Conhece a alma de um poeta?
Ou aquela farsa de outrora!
Não sabes de nada, donzela,
É tua imagem que o boneco adora.
Eu, sou teu poeta mamulengo.
Essas raízes são tuas mãos,
Controlando o meu coração,
No mais suave movimento.
Estes olhos não mentem.
Tão ingênuos quanto essas palavras,
Profanada por esse homem demente.
Sujo, rebelde a se embriagar...
O verdadeiro poeta não morre!
Até sua triste poesia o enterrar...
